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	<title>Arquivos Blog - Hipnoterapeuta Eduardo Lopes - Hipnoterapia | Psicoterapia | Terapia Breve</title>
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	<title>Arquivos Blog - Hipnoterapeuta Eduardo Lopes - Hipnoterapia | Psicoterapia | Terapia Breve</title>
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		<title>Fibromialgia e seus sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hipnoterapeuta Eduardo Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 20:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fibromialgia: sintomas e sua relação com a depressão Fibromialgia é uma síndrome de dor crônica relativamente comum e muito complexa. Seus sintomas clássicos são dores musculares e nas articulações, ambas generalizadas. Ela ocorre nos tecidos fibroso e muscular ao longo de todo o corpo. Também é conhecida como SFM – Síndrome de Fibromialgia ou Síndrome [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Fibromialgia: sintomas e sua relação com a depressão</h3>
<p>Fibromialgia é uma síndrome de dor crônica relativamente comum e muito complexa. Seus sintomas clássicos são dores musculares e nas articulações, ambas generalizadas. Ela ocorre nos tecidos fibroso e muscular ao longo de todo o corpo.<br />
Também é conhecida como SFM – Síndrome de Fibromialgia ou Síndrome de Joanina Dognini. A fibromialgia pode durar anos ou a vida inteira. É a segunda condição mais comum que afeta ossos e músculos, atrás apenas da artrite. No entanto, muitas vezes é mal diagnosticada e mal entendida.<br />
Não há cura para fibromialgia. Mas uma combinação de medicação, exercício, controle do estresse e hábitos saudáveis pode aliviar seus sintomas o suficiente para que se possa viver uma vida normal e ativa.</p>
<h3>A sua dor não está só na sua cabeça</h3>
<p>É muito comum que pacientes dessa síndrome demorem a descobrir a doença. Também é comum perceberem que as pessoas e até mesmo alguns profissionais de saúde não acreditam nas dores existentes. Isso acontece porque a fibromialgia não gera uma lesão dos tecidos, ou seja, não há inflamação ou degeneração. Seus sintomas só podem ser vistos em exames muito específicos.<br />
Na prática clínica, não há como provar que a pessoa está sentindo dor crônica, já que a reação corporal é muito diferente das reações encontradas em dores agudas. Estima-se que aproximadamente 3% dos brasileiros sofrem dessa condição no Brasil. A grande maioria (90%) são mulheres entre 30 e 50 anos. Das pessoas com fibromialgia, aproximadamente 20% também sofrem de ansiedade ou depressão, mesmo que essa conexão entre as doenças seja muitas vezes ignorada.</p>
<h3>Quais são as causas da fibromialgia?</h3>
<p>Não é possível indicar exatamente de onde surge a fibromialgia, entretanto, existem alguns fatores que são associados ao início da síndrome:</p>
<ul>
<li>Fator genético, já que a doença é muito recorrente em pessoas da mesma família;</li>
<li>Eventos traumáticos físicos ou psicológicos;</li>
<li>Infecções por vírus ou doenças autoimunes;</li>
<li>Distúrbios do sono;</li>
<li>Sedentarismo;</li>
<li>Ansiedade;</li>
<li>Depressão.</li>
</ul>
<p>As dores da síndrome normalmente se iniciam em um ponto específico e vão se espalhando de forma crônica. Alguns fatores podem piorar as dores, como o excesso de esforço físico, estresse emocional, infecções, noites mal dormidas, traumas ou longas exposições à temperaturas muito baixas.</p>
<h3>Quais os fatores de risco da doença?</h3>
<p>Ainda que não se saibam as causas da fibromialgia, alguns fatores de risco facilitam o surgimento da doença. O primeiro deles é o sexo, já que a síndrome atinge 8 a 10 vezes mais mulheres do que homens. Além disso, o histórico familiar e doenças reumáticas também podem desencadear a patologia.</p>
<h3>Quais são os sintomas da fibromialgia?</h3>
<p>O principal sintoma da síndrome é a dor generalizada. Essa dor é normalmente descrita como uma dor de cansaço constante. Nem forte nem aguda, acontecendo em todo o corpo, com duração de pelo menos três meses.<br />
Segundo estudos, essa dor acontece porque a estimulação repetida dos nervos faz com que o cérebro de pessoas com Fibromialgia se modifique. Esta mudança envolve um aumento anormal dos níveis de certas substâncias químicas que sinalizam dor (neurotransmissores). Além disso, os receptores de dor do cérebro parecem desenvolver uma espécie de memória da dor. Tornam-se mais sensíveis, o que significa que podem reagir exageradamente a sinais de dor.<br />
Além disso, a fibromialgia apresenta sintomas como:</p>
<ul>
<li>Fadiga constante;</li>
<li>Cansaço mesmo após dormir por longos períodos;</li>
<li>Distúrbios do sono como a síndrome das pernas inquietas ou apneia;</li>
<li>Dificuldades cognitivas: falta de concentração, lacunas de memória, problemas de linguagem e raciocínio prejudicado;</li>
<li>Dores de cabeça;</li>
<li>Cólicas e outros incômodos gastro;</li>
<li>Picos de ansiedade;</li>
<li>Vontade de isolar-se;</li>
<li>Não sentir mais prazer em atividades agradáveis;</li>
<li>Depressão.</li>
</ul>
<h3>Fibromialgia e depressão</h3>
<p>Devido às dores crônicas, é muito comum que a fibromialgia leve à anormalidades no sistema nervoso, mudando a forma com que os pacientes lidam com o estresse. A fadiga constante também gera isolamento de atividades, ansiedade, falta de energia, sentimentos de culpa e muitos outros sintomas que desencadeiam a depressão.<br />
Pacientes que possuem depressão junto à fibromialgia geram um círcul</p>
<p>o vicioso, tendo maiores dificuldades no tratamento da doença, sentindo mais dores e agravando todo o processo. Seguir um tratamento adequado da fibromialgia junto com o tratamento da depressão é fundamental para que a síndrome seja controlada.<br />
A terapia cognitivo comportamental (TCC) é uma boa forma de trabalhar os sintomas da fibromialgia e da depressão em conjunto. Essa abordagem leva principalmente em conta a forma como cada um age perante os acontecimentos do dia a dia, assim é possível entender e modificar as emoções e o modo de agir do paciente. Na Fibromialgia, a TCC auxilia o paciente a entender e interpretar melhor suas atitudes frente à dor e demais sintomas para enfrentá-los de forma eficiente.</p>
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		<title>Depressão, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://hipnoterapeutaeduardolopes.com.br/depressao-sintomas-e-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Hipnoterapeuta Eduardo Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 20:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depressão profunda: como lidar com a doença? Depressão profunda é um termo já bastante conhecido, e parece um tanto clichê dizer que a depressão é o “mal do século”. Contudo, essa denominação está longe de ser um exagero, e foi dada pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS). Os brasileiros são os que mais sofrem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Depressão profunda: como lidar com a doença?</h3>
<p>Depressão profunda é um termo já bastante conhecido, e parece um tanto clichê dizer que a depressão é o “mal do século”. Contudo, essa denominação está longe de ser um exagero, e foi dada pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS).<br />
Os brasileiros são os que mais sofrem desse mal na América Latina, com 5,8% da população doente, principalmente entre os 55 e 74 anos. Mas é importante lembrar que a depressão profunda é capaz de atingir pessoas das mais variadas idades, inclusive crianças.<br />
Aumento dos casos de depressão</p>
<h3>Para que servem todas essas informações e números? O que devo fazer com isso?</h3>
<p>Isso tudo serve como alerta para o fato de que a depressão precisa ser vista e encarada como uma doença grave, tanto por parte do portador, quanto – e principalmente – por parte das pessoas que convivem com alguém depressivo.<br />
O que queremos abordar aqui é justamente de que modo deve-se lidar com a depressão profunda e como a presença dela merece atenção e cuidado. Além, é claro, de demonstrar o quanto é fundamental que se diagnostique o problema de forma assertiva, para que se busque tratamento adequado.<br />
Porque chamamos de depressão profunda?<br />
A depressão pode ocorrer de diversas formas e graus de intensidade, podendo passar por estágios de depressão leve, moderada e severa. Esta última é conhecida como depressão profunda, considerada a fase mais grave da doença.<br />
Também existem tipos diferentes de depressão, que surgem em decorrência de situações ou de outras doenças. Falaremos deles logo a seguir.<br />
Em geral, os sintomas de depressão se assemelham a todos os níveis da doença, embora haja diferenças entre eles. Mas o que acentua o problema e faz com que o distúrbio seja considerado severo é, principalmente, a presença de pensamentos de morte, e até mesmo suicidas.<br />
Veja abaixo os principais sintomas associados à depressão profunda:</p>
<h3>Tristeza permanente e incapacitante</h3>
<p>A tristeza relacionada à depressão não é uma tristeza qualquer, passageira, desencadeada por um fato específico ou isolado. É algo que apenas se sente, sem que se possa apresentar um real motivo para isso. O portador de depressão profunda sente uma tristeza permanente, que incapacita a pessoa para o lazer, o trabalho e o convívio social.</p>
<h3>Busca por isolamento</h3>
<p>Além de sentir-se triste e desmotivado, o depressivo costuma isolar-se por completo, evitando contato com pessoas próximas, por não querer dialogar e interagir com ninguém, preferindo ficar sozinho.<br />
Sentimento de culpa e inutilidade<br />
A depressão costuma fazer com que a pessoa sinta-se inútil e culpada pelos problemas e insatisfações, suas e de terceiros. A baixa autoestima se acentua significativamente em quem tem depressão profunda.</p>
<h3>Distúrbios do sono</h3>
<p>O sono sempre é afetado em quem lida com a depressão. O cenário mais comum é que a pessoa troque o dia pela noite. Sua tristeza e desmotivação a levam a dormir em excesso durante o dia, numa tentativa de fuga das tarefas e do tempo, o que acaba gerando insônia durante a noite.</p>
<h3>Desânimo e pessimismo</h3>
<p>A depressão gera uma incapacidade de ver o lado bom das situações. A tristeza profunda antes mencionada, faz com o que a pessoa depressiva perca a capacidade de sentir-se otimista. O desânimo está sempre presente, e é como se a vida fosse vista sempre em “preto e branco”.</p>
<h3>Ausência de autocuidado</h3>
<p>A falta de vontade e de iniciativa afetam a vida da pessoa com depressão profunda, chegando a atividades básicas, como a higiene pessoal. O depressivo pode passar dias sem tomar banho e escovar os dentes, por exemplo. As atividades físicas e o cuidado com a beleza também são rapidamente deixados de lado.</p>
<h3>Pensamentos suicidas ou de morte</h3>
<p>O sintoma mais característico da depressão profunda, e também o mais grave, está relacionado aos pensamentos constantes de morte e até de suicídio. Muitas vezes a pessoa não tem a intenção de se matar, mas deseja profundamente a morte, como forma de acabar com o sofrimento causado pela doença, do qual ela não consegue se livrar.<br />
Outros sintomas comuns à depressão:</p>
<ul>
<li>irritabilidade</li>
<li>angústia</li>
<li>procrastinação</li>
<li>dificuldade de concentração</li>
<li>insegurança e medo</li>
<li>alterações no apetite</li>
<li>fadiga</li>
</ul>
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		<title>Ansiedade e seus Sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hipnoterapeuta Eduardo Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 20:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ansiedade: conheça 13 sintomas que merecem sua atenção Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação. A ansiedade é uma reação que todo indivíduo tem em algumas ocasiões, contudo, algumas pessoas vivenciam esta reação de forma mais frequente e intensa, que pode ser considerada patológica e comprometer a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Ansiedade: conheça 13 sintomas que merecem sua atenção</h3>
<p>Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação.<br />
A ansiedade é uma reação que todo indivíduo tem em algumas ocasiões, contudo, algumas pessoas vivenciam esta reação de forma mais frequente e intensa, que pode ser considerada patológica e comprometer a saúde emocional.</p>
<h3>Como saber quando a ansiedade normal ultrapassa os limites e pode ser considerada um transtorno?</h3>
<p>Ansiedade e Medo<br />
De acordo com o DSM-5 (Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais) os transtornos de ansiedade incluem aqueles que compartilham características de medo e ansiedade excessivos e perturbações comportamentais relacionadas.<br />
Assim, medo é a resposta emocional à ameaça iminente real ou percebida, enquanto ansiedade é a antecipação de ameaça futura.<br />
O medo é com mais frequência associado a períodos de excitabilidade aumentada, necessária para luta ou fuga, pensamentos de perigo imediato e comportamentos direcionados a escapar de alguma situação.<br />
Os ataques de pânico se destacam dentro dos transtornos de ansiedade como um tipo particular de resposta ao medo.</p>
<h3>Como controlar a ansiedade?</h3>
<p>Fazer tratamento com um bom terapeuta é única forma de eliminar esse sintoma, porem existem alguns gatilhos emocionais para lidar com os momentos ansiosos.<br />
É possível identificar gatilhos por conta própria ou com o terapeuta. Às vezes, podem os caminhos são óbvios, como o consumo excessivo de cafeína, álcool ou cigarro. Outras vezes, eles podem ser menos óbvios.<br />
Eventualmente, problemas de longo prazo como dificuldades financeiras ou relacionadas ao trabalho podem levar algum tempo até serem descobertos.<br />
Assim, podemos ser impactados por uma data de vencimento, uma pessoa ou a situação e não percebermos. Isso pode exigir algum apoio extra, por meio da terapia, ou com amigos e mentores.<br />
Quando você descobrir seu ou seus gatilhos, tente limitar sua exposição, se puder. Entretanto, se você não consegue ou não pode reduzir o contato, como no caso de um ambiente de trabalho estressante, que não pode ser alterado no momento, o uso de outras técnicas de enfrentamento pode ajudar.</p>
<h3>Quais são os Sintomas de ansiedade?</h3>
<p>Veja quais são principais sintomas que podem estar relacionados a transtornos de ansiedade, e merecem atenção:</p>
<ul>
<li>Enxergar perigo em tudo;</li>
<li>Apetite desregulado;</li>
<li>Alterações de sono;</li>
<li>Tensão Muscular;</li>
<li>Medo de falar em público;</li>
<li>Preocupações em excesso;</li>
<li>Ficar sempre próximo de ataques de nervos;</li>
<li>Medos irracionais;</li>
<li>Inquietação constante;</li>
<li>Sintomas físicos;</li>
<li>Pensamentos obsessivos;</li>
<li>Perfeccionismo;</li>
<li>Problemas digestivos.</li>
</ul>
<p>Veja mais detalhes sobre cada um deles abaixo!</p>
<h3>1 – Enxergar perigo em tudo</h3>
<p>Indivíduos com transtornos de ansiedade em geral superestimam o perigo nas situações que temem ou evitam. Da mesma maneira, o medo ou a ansiedade são excessivos ou fora de proporção.<br />
Você já conheceu alguma pessoa que não viaja de avião por que tem medo de acidente aéreo? Está sempre pensando que o avião vai cair? Já imagina inclusive a cena de luto?<br />
Outro exemplo é alguém que passa por um procedimento ou exame médico simples e teme ter uma doença grave ou ficar incapacitado após o exame. Em casos mais extremos chega até a cogitar a possibilidade de morrer no procedimento.</p>
<h3>2 – Apetite desregulado</h3>
<p>Não faltam casos de pessoas que encontram na comida uma solução para seus problemas emocionais. Isto é, ao menor sinal de preocupação você recorre ao brigadeiro, a um docinho ou qualquer outro alimento para aliviar a tensão.<br />
Em geral, mastigam pouco o alimento e ingerem grande quantidade de comida em pouco tempo.<br />
Comer indiscriminadamente, sem fome, por ansiedade, estresse ou outra emoção negativa é um sinal de alerta. E cuidado! Esta atitude também pode desencadear uma compulsão alimentar.</p>
<h3>3 – Alterações de sono</h3>
<p>Sentem dificuldade para dormir ou apresentam episódios de insônia em vésperas de reuniões importantes e eventos. Não conseguem se desligar do que fizeram ao longo do dia no trabalho e passam a noite processando o que farão no dia seguinte.<br />
Algumas vezes chegam a sonhar e despertar pensando em soluções possíveis para determinada questão.</p>
<h3>4 – Tensão muscular</h3>
<p>É comum sofrer com dores nas costas, ombros e nuca. Os músculos do pescoço ficam travados e a dor é tanta que mal dá para virar de lado.<br />
Essa tensão muscular, quase constante, geralmente acompanha os transtornos de ansiedade. Quanto maior a preocupação e o desânimo, maior a possibilidade de transferir as tensões para a região cervical.</p>
<h3>5 – Medo de falar em público</h3>
<p>Somente ao pensar na necessidade de realizar uma apresentação para uma plateia sinais como sudorese excessiva, mãos geladas, taquicardia, falta de ar e respiração ofegante aparecem.<br />
Esse medo pode estar relacionado às preocupações com o ego, receio de julgamento e a apreensão, o que aumenta a ansiedade.</p>
<h3>6 – Preocupações em excesso</h3>
<p>Estão sempre preocupados com o futuro. Ainda mais em épocas de crise econômica, é comum ver pessoas pensando na manutenção do emprego.<br />
A preocupação excessiva é uma fonte direta de dores de cabeça, úlceras, ansiedade e stress, podendo inclusive afetar o sistema imunológico.<br />
Além disso, essa angústia e o volume de detalhes para pensar afeta muito a atenção da pessoa com ansiedade, o que faz com que seja difícil se focar.<br />
Assim, ela perde eficiência em suas atividades diárias, e isso amplia as preocupações, tornando tudo um ciclo que pode gerar desespero e outros problemas.</p>
<h3>7 – Ficar sempre próximo um ataque de nervos</h3>
<p>Pessoas que estão a ponto de entrar em um ataque de nervos, podem passar da euforia ao pranto rapidamente. Sintomas como irritabilidade e mudanças de humor repentinas, sem explicação aparente, surgem em momentos de maior pressão e estresse.</p>
<h3>8 – Medos irracionais</h3>
<p>Medos de estar perdendo alguma coisa, de não ser bom o suficiente, medo do fracasso, pânico de ficar sozinho ou de não ser aceito também perseguem pessoas ansiosas.<br />
Campeões de autocrítica, são os primeiros a não se sentir capazes o suficiente para concluir uma determinada atividade. O excesso de medo pode comprometer a segurança nas relações pessoais, seja no trabalho ou na família.</p>
<h3>9 – Inquietação constante</h3>
<p>Dificuldade de concentração, inquietação e fadiga. O indivíduo apresenta uma angústia intensa, não consegue ficar quieto, caminha de um lado para o outro, desespera-se.<br />
Fatores que geram grande desconforto ao atrapalhar a conclusão de uma tarefa, além de afetar a qualidade de vida da própria pessoa e também de quem está ao seu lado.</p>
<h3>10 – Sinais físicos</h3>
<p>Nos momentos de ansiedade, podem surgir sintomas físicos que vão além das dores musculares:</p>
<ul>
<li>tremores;</li>
<li>cansaço</li>
<li>sensação de falta de ar ou asfixia;</li>
<li>coração acelerado;</li>
<li>suor excessivo;=</li>
<li>mãos frias e suadas;</li>
<li>boca seca, tontura;</li>
<li>náuseas;</li>
<li>diarreia;</li>
<li>desconforto abdominal;</li>
<li>ondas de calor;</li>
<li>calafrios;</li>
<li>micção frequente;</li>
<li>dificuldade para engolir;</li>
<li>sensação de engasgo.</li>
</ul>
<h3>11 – Pensamentos obsessivos</h3>
<p>O pensamento obsessivo é uma incapacidade de ganhar controle sobre pensamentos e imagens, angustiantes e recorrentes. Estudos de imagem cerebral indicam que está associado a uma disfunção neurológica de causa desconhecida que força os pensamentos em ciclos repetitivos.<br />
Dessa forma, o pensamento obsessivo também pode estar associado a transtornos do humor, incluindo distimia, depressão e transtorno bipolar. É também o sintoma definidor de Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), Transtorno de Pânico e muitas outras condições psicológicas.</p>
<h3>12 – Perfeccionismo</h3>
<p>O perfeccionismo caracteriza-se pela insistência em estabelecer padrões altos e pela busca incessante em alcançá-los.<br />
De fato, os perfeccionistas muitas vezes têm alto desempenho – mas o preço desse sucesso pode ser a infelicidade e insatisfação crônicas. O perfeccionismo excessivo pode estar fortemente ligado ao medo de errar e a comportamentos de autossabotagem, como a procrastinação.<br />
Desse modo, como a perfeição é algo praticamente impossível de se atingir, pessoas perfeccionistas acabam sofrendo com a ansiedade por não conseguir atingir o objetivo estabelecido.</p>
<h3>13 – Problemas digestivos</h3>
<p>Um sistema muito afetado pelo estresse e ansiedade é o gastrointestinal. Dores, má digestão, mal-estar no abdômen, diarreia e azia são alguns dos sinais.<br />
Consequentemente, ansiedade excessiva e estresse agudo podem alterar as funções gastrointestinais por meio do sistema nervoso.<br />
Como consequência dessas alterações podem surgir úlceras, gastrites, doenças inflamatórias, refluxo gastroesofágico e síndrome do intestino irritável.</p>
<h3>Estratégias para controlar a ansiedade</h3>
<p>Controlar a ansiedade é um desafio, mas existem estratégias, recursos e até mesmo mudanças que você pode fazer em seu dia a dia que vão auxiliar com isso!<br />
Separei alguns abaixo. Veja:</p>
<h3>Sessões de Hipnoterapia Breve</h3>
<p>A Hipnoterapia Breve é um processo que pode ajudar, e muito, os indivíduos que sofrem com ansiedade. É um tratamento colaborativo baseado na relação entre um indivíduo e um bom profissional.<br />
Baseado em diálogo e hipnose, ele fornece um ambiente de apoio que permite expor tudo que vem incomodando e tratar de forma neutra e sem julgamento.<br />
Você e seu terapeuta trabalharão juntos para identificar, compreender e reeducar sua mente.</p>
<h3>Praticar atividade física</h3>
<p>Reserve um tempo para uma caminhada, corrida ou qualquer atividade física que te proporcione prazer.<br />
Atividade física realizada de forma regular ajuda a fortalecer o sistema imunológico, prevenir doenças cardiovasculares e obesidade. Igualmente, ela aumenta o bem-estar, a disposição para atividades do dia a dia e a produtividade no trabalho.<br />
Também diminui a insônia e melhora a saúde mental, prevenindo a depressão. Entretanto, se você é do tipo competitivo, estabeleça uma meta, como por exemplo correr uma prova de 5 ou 10 km.<br />
Como resultado, a prática frequente de atividade física regula o sono, pois a prática de exercícios libera endorfina, que proporciona bem-estar e diminui a ansiedade e o estresse.</p>
<h3>Praticar meditação</h3>
<p>Neurocientistas já comprovaram que a prática de meditação contribui para aumentar a região do córtex pré-frontal esquerdo, região responsável pelo sentimento de felicidade.<br />
Assim, cinco minutos diários para observar a respiração já são eficientes para o começo. Se possível estimule sua equipe a meditar também, os ganhos serão enormes.<br />
Mindfulness é uma das intervenções mais eficientes para reduzir o estresse e o sistema imunológico.</p>
<h3>Ouvir música</h3>
<p>A música ajuda relaxar, extravasar, expressar, dançar, celebrar, interiorizar, descansar… Ainda mais no Brasil, onde a narrativa social e o cotidiano são musicais.<br />
Ela é um elemento terapêutico por excelência. É algo medicinal e sem contra-indicações. Quando foi a última vez que você curtiu sua música preferida?</p>
<h3>Manter uma alimentação saudável</h3>
<p>Um cérebro saudável é a primeira linha de defesa contra a ansiedade, depressão e outros transtornos do humor.<br />
De fato, algumas vitaminas são necessárias para a formação de neurotransmissores que estimulam o bom humor, enquanto outras fornecem energia para células cerebrais ou as protegem de danos. Assim como os nossos órgãos, o nosso cérebro precisa de certas vitaminas para funcionar normalmente.<br />
Todos passamos por momentos de ansiedade e stress. Se forem muito frequentes ou muito intensos, podem indicar a necessidade de auxílio de profissionais especializados.</p>
<p>Fontes:<br />
Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais 5.ª edição (2013)<br />
Site: www.health.com</p>
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